Quando os números da balança estão aumentando toda vez que você sobe nela, o primeiro pensamento é: "Preciso perder peso". Mas será que perder peso significa emagrecer?Este é um tema que eu, particularmente, adoro, pois a resposta para esta pergunta esclarece muito quando o assunto é emagrecer com saúde. Pronto (a) para quebrar tabus? Bem, vamos lá.
A balança está subindo, e com ela a sua ansiedade para que ela volte ao tão sonhado peso ideal. E é esta ansiedade que te leva fazer de tudo para perder peso. Daí você inicia uma "super dieta para perder 7 quilos em 10 dias" e depois do início da super dieta acontece uma necessidade quase cruel para saber quanto você já "emagreceu". Mas será que você realmente emagreceu se a balança baixar cada vez que você sobe nela? Bem, vou te contar um segredinho: a balança não mostra a realidade do nosso peso. Não, você não leu errado não. É verdade! Pode acreditar! Veja: o peso é a soma de tudo o que está em nosso organismo, certo? Isto inclui: ossos, vísceras, órgãos, sangue, líquidos, músculos (denominado massa magra) além da gordura (denominado massa gorda). Logo, quando "subimos" na balança ela mostra o resultado da soma de tudo isso. O problema é que a balança não separa o que é massa magra do que é massa gorda, e para emagrecer precisa-se eliminar gordura e não musculatura. E é justamente pela falta de informação sobre a composição corporal (estimativa de quanto de massa magra e quanto de massa gorda) que muitas pessoas comprometem sua saúde quando fazem "dietas malucas", diuréticas, laxativas, restritivas, da sopa, etc. Ficam na ilusão de que o peso "perdido" na balança representa emagrecimento, quando na verdade, toda vez que fazemos uma dieta qualquer "perdemos" músculos e água e não gordura. Por isso, cuidado com dietas que não foram elaboradas especialmente para você, a partir da estimativa da sua composição corporal, pois somente conhecendo a composição corporal é que se obtém direcionamento adequado para a elaboração de um plano alimentar eficaz, duradouro e sem efeito sanfona. Uma dieta perfeita é aquela em que no final do tratamento seu organismo tenha maior capacidade de queimar gordura. Se assim for você vai emagrecer com saúde e não vai voltar a engordar. quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Hoje, mais do que nunca, o assunto “queimar gordura” chama a atenção de um número cada vez maior de pessoas. Produtos, métodos ou dietas milagrosas estão em todos os lugares, seja na televisão, em revistas ou nas livrarias (sempre entre os mais vendidos). A indústria da redução de peso movimenta hoje cifras milionárias, pois a obesidade vem crescendo de forma assustadora, sem distinção racial ou social, tanto nos países desenvolvidos como nos subdesenvolvidos. Hoje, existem aproximadamente 6 bilhões de pessoas em todo o mundo, sendo que mais de 300 milhões são obesas.
Acredite, o maior contribuinte para o sucesso em um programa de redução da gordura corporal, não está em nenhuma droga mirabolante, em nenhum suplemento milagroso, cirurgias de efeito paliativo, ou ainda, em nenhuma atividade física mirabolante, mas sim em uma dieta adequada associada a atividades físicas muito bem orientadas.
Geralmente a alimentação do indivíduo, reflete seu estilo de vida. É fácil deduzir que existem grandes diferenças entre a alimentação de uma pessoa gorda e de outra musculosa e com baixo teor de gordura corporal, simplesmente olhando para eles. Entretanto, não será a alimentação de alguns dias que resultará neste efeito, mas sim a alimentação contínua através das semanas, meses e anos.
Primeiramente, devemos corrigir o conceito errôneo da perda de peso. Perder peso definitivamente não é igual a somente perder gordura. Aqueles mais impacientes, na ignorância de achar que quanto mais rápido melhor, buscam dietas nas quais conseguem uma redução de 3, 4, até 5 kg por semana. Ao invés de ficarem felizes quando atingem uma cifra como esta, deveriam na verdade ficar muito preocupados, pois a maior parte desta perda ponderal terá sido certamente de líquido e massa magra (músculos).
Para conseguir a diminuição da massa adiposa é necessária também à existência de um balanço energético negativo, condição na qual o gasto energético supera o consumo de energia. Os estoques de energia do organismo são consumidos para sustentar os processos metabólicos, o que leva a perda de peso, frente ao déficit energético. O gasto energético é influenciado por 3 compomenentes: taxa metabólica basal, gasto energático com exercicio fisico, e a energia gasta com o efeito térmico dos alimentos.
Uma das maiores mentiras que um Educador Físico pode vender para seus clientes é que o exercício físico isoladamente irá proporcionar a redução de gordura. Estudos indicam que sem o controle nutricional, o indivíduo tende a realizar aumento do consumo de calorias de forma compensatória. Assim, o possível efeito redutor da adiposidade imposto pela atividade física somente é perceptível com a intervenção nutricional. Por isso é tão comum nós observamos pessoas caminhando todo santo dia nos parques e não emagrecerem um grama! Certamente os mesmos chegam em casa, atacam a geladeira e os armários, com alimentos inadequados e ainda colocam a culpa pela falta de resultados, na pobre caminhada ou no seu orientador. Estudos indicam que sem o controle nutricional, a tendência é a realizar um aumento na ingestão calórica de forma compensatória. Assim, o possível efeito redutor da adiposidade imposto pela atividade física somente será perceptível com a intervenção nutricional.
Na verdade, a dieta é tão eficiente em produzir déficit energético quanto o exercício físico, mas isoladamente, as dietas hipocalóricas (com baixa calorias) podem causar perda de massa magra, o que conseqüentemente reduz o metabolismo. Portanto, o exercício físico em associação com dietas, facilita a adesão ao controle alimentar e garante maior sucesso na manutenção da massa magra e redução da massa adiposa.
Acredite, o maior contribuinte para o sucesso em um programa de redução da gordura corporal, não está em nenhuma droga mirabolante, em nenhum suplemento milagroso, cirurgias de efeito paliativo, ou ainda, em nenhuma atividade física mirabolante, mas sim em uma dieta adequada associada a atividades físicas muito bem orientadas.
Geralmente a alimentação do indivíduo, reflete seu estilo de vida. É fácil deduzir que existem grandes diferenças entre a alimentação de uma pessoa gorda e de outra musculosa e com baixo teor de gordura corporal, simplesmente olhando para eles. Entretanto, não será a alimentação de alguns dias que resultará neste efeito, mas sim a alimentação contínua através das semanas, meses e anos.
Primeiramente, devemos corrigir o conceito errôneo da perda de peso. Perder peso definitivamente não é igual a somente perder gordura. Aqueles mais impacientes, na ignorância de achar que quanto mais rápido melhor, buscam dietas nas quais conseguem uma redução de 3, 4, até 5 kg por semana. Ao invés de ficarem felizes quando atingem uma cifra como esta, deveriam na verdade ficar muito preocupados, pois a maior parte desta perda ponderal terá sido certamente de líquido e massa magra (músculos).
Para conseguir a diminuição da massa adiposa é necessária também à existência de um balanço energético negativo, condição na qual o gasto energético supera o consumo de energia. Os estoques de energia do organismo são consumidos para sustentar os processos metabólicos, o que leva a perda de peso, frente ao déficit energético. O gasto energético é influenciado por 3 compomenentes: taxa metabólica basal, gasto energático com exercicio fisico, e a energia gasta com o efeito térmico dos alimentos.
Uma das maiores mentiras que um Educador Físico pode vender para seus clientes é que o exercício físico isoladamente irá proporcionar a redução de gordura. Estudos indicam que sem o controle nutricional, o indivíduo tende a realizar aumento do consumo de calorias de forma compensatória. Assim, o possível efeito redutor da adiposidade imposto pela atividade física somente é perceptível com a intervenção nutricional. Por isso é tão comum nós observamos pessoas caminhando todo santo dia nos parques e não emagrecerem um grama! Certamente os mesmos chegam em casa, atacam a geladeira e os armários, com alimentos inadequados e ainda colocam a culpa pela falta de resultados, na pobre caminhada ou no seu orientador. Estudos indicam que sem o controle nutricional, a tendência é a realizar um aumento na ingestão calórica de forma compensatória. Assim, o possível efeito redutor da adiposidade imposto pela atividade física somente será perceptível com a intervenção nutricional.
Na verdade, a dieta é tão eficiente em produzir déficit energético quanto o exercício físico, mas isoladamente, as dietas hipocalóricas (com baixa calorias) podem causar perda de massa magra, o que conseqüentemente reduz o metabolismo. Portanto, o exercício físico em associação com dietas, facilita a adesão ao controle alimentar e garante maior sucesso na manutenção da massa magra e redução da massa adiposa.
METABOLISMO: EXERCÍCIO, ALIMENTAÇÃO E EMAGRECIMENTO
Hoje li um artigo falando um poquinho a respeito de metabolismo e achei interessante dividir os tópicos mais importantes, visto que a maioria das pessoas comentam ter um metabolismo muito lento, e, com isso não conseguem emagrecer. Elas vivem fazendo essa ou aquela dieta da moda, ou que alguém fez e deu certo, ainda que não saibam como o metabolismo humano funciona mais detalhadamente. Mas o que a maioria das pessoas desconhece é que podemos acelerar o nosso metabolismo, o que é essencial para perdermos a gordura acumulada.
O QUE É METABOLISMO?
Metabolismo é a taxa com que o seu corpo “queima” (transforma) calorias (unidade de medida de energia) para se manter vivo. É isso mesmo… o seu corpo queima calorias 24hs por dia, todos os dias, não importando se você “malha”, faz alguma atividade física, exercício ou não. Lembre-se que o seu corpo precisa de energia e nutrientes o tempo todo, mesmo quando você está dormindo! Portanto deixar de fazer refeições ou alimentar-se mal parece não é a melhor solução se o seu objetivo é perder peso com Saúde!
PORQUE O METABOLISMO DIMINUI?
Quantas vezes você ouviu alguém dizer “assim que você chegar aos 30 o seu metabolismo vai diminuir”? Talvez você até mesmo já tenha dito isso. Esse é um bom exemplo de idéias que por serem muito repetidas, acabam sendo encaradas como uma verdade absoluta. MAS SAIBA QUE NÃO É!! NÃO PRECISA SER ASSIM!!
Pesquisas indicam que o metabolismo não diminui significativamente de acordo com a idade, e sim com a falta de músculos, ou seja, a perda de massa muscular. E você não perde músculos de uma hora para outra só por ficar mais velho, e sim por causa da falta de uma atividade física, esta que causa um "estresse positivo" nos músculos, fazendo com que eles se mantenham fortes ou se desenvolvam mais, dependendo da maneira de como se pratica o exercício físico.
Essas são as duas maiores causas que fazem com que o seu metabolismo seja reduzido (fique mais lento):
1) Perda ou carência de tecido muscular;
2) Diminuição das Atividades Físicas diárias.
Você pode perder tecido muscular devido à falta de atividade física ou por não fazer uma alimentação adequada e disciplinada. Quando você pula refeições ficando muito tempo sem comer ou realizando uma restrição caloria muito alta, o seu corpo vai obter a energia que precisa consumindo o próprio tecido muscular (catabolismo). E, por uma necessidade de sobrevivência, por mais incrível que possa parecer, nesta situação, o corpo preserva os depósitos de energia ou seja as gorduras!!
Nosso organismo entende assim, resumidamente: Restrição Calórica = Falta de Alimento = Não Desperdiçar Energia = Armazenar o Máximo = Reduzir Trabalho = Diminuir os Músculos
Logo:
MENOS EXERCÍCIOS >> MENOS MÚSCULOS >> METABOLISMO MAIS LENTO >> MAIOR ACÚMULO DE GORDURA
E
MENOS ALIMENTOS >> MENOS MÚSCULOS >> METABOLISMO MAIS LENTO >> MAIOR ACÚMULO DE GORDURA
É por tudo isso, que a ATIVIDADE FÍSICA é de fundamental importância, e assim deve ser feita VIGOROSA e com VONTADE. E não menos importante é uma adequada dieta!!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
CONSTITUIÇÃO MÉDIA DOS NUTRIENTES NO PESO CORPORAL:
• ÁGUA = 66 %
• PROTEÍNAS = 16%
• GORDURAS = 12%
• SAIS MINERAIS E VITAMINAS = 5%
• CARBOIDRATOS =1%
OBS.: É portanto, imprescindível uma alimentação variada que forneça todos os nutrientes em quantidades adequadas diariamente.
SOBRE A ÁGUA -
Desde que de forma moderada, a água pode e deve ser ingerida antes, durante e após a atividade física. Não deve ser tomada em excesso, pois desta forma, seu rendimento ficará prejudicado pelo desconforto ocasionado. Só se deve evitar a ingesta de líquidos, meia hora antes, durante e uma hora e meia depois das refeições. Assim evita-se a dilatação estomacal e os prejuízos à digestão causados pela diluição do suco gástrico.
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